6 razões que o impedem de cumprir suas metas financeiras

Isso acontece com você: apesar de ter uma ou mais contas correntes, ainda é muito difícil cumprir seus objetivos financeiros? Todo mês acha que vai sobrar dinheiro, mas acaba voltando ao ciclo de pagar as contas e passar restante dos dias no aperto, sem conseguir economizar para suas metas? Quando os sonhos são inatingíveis por falta de recursos financeiros, é frustrante.

Mas, com certeza, você ainda não conseguiu identificar o que te coloca no ciclo e impede de chegar onde deseja.

Entretanto, não é preciso desanimar, apresentamos-lhe 6 razões que podem estar impedindo você de realizar os seus sonhos. Confira quais são elas e como contorná-las para ter uma vida financeira bem sucedida.

O que pode estar te impedindo de cumprir suas metas financeiras

Se endividar é muito fácil, de “comprinha em comprinha” o valor da fatura do cartão de crédito só aumenta, e quando não conseguimos pagar em dia, aos poucos vamos acumulando a dívida, podendo chegar ao nível de ter que consultar o CPF para saber se está restrito, além de não conseguir prosperar e atingir os objetivos que propomos para nossa vida financeira.

Com certeza, você deseja ao máximo evitar isso, para ter a liberdade de realizar a viagem dos sonhos, sair do aluguel, abrir sua própria empresa, realizar investimentos na carteira administrada, entre outros.

Para isso, é preciso identificar os erros que atrasam a sua prosperidade financeira:

1.Falta de educação financeira

É a principal razão pela qual as pessoas não realizam seus sonhos do ponto de vista econômico. Quando a educação financeira é limitada, ela prejudica a maneira como lidamos com o dinheiro em nosso dia-a-dia.

Ganhar dinheiro não é o mesmo que gerenciá-lo; poupar não é o mesmo que investir; gastar não é o mesmo que comprar. Muitas pessoas confundem esses princípios básicos ao gerenciar sua renda.

2. Apatia financeira

A ignorância financeira pode levar a uma atitude arrogante em relação ao dinheiro. Como há poucos ou nenhum recurso, não é dada atenção suficiente para fazê-lo crescer. O problema é que o uso do dinheiro passa a ser um inconveniente e não uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida.

Por isso, é aconselhável reconhecer a gestão do dinheiro, independentemente do montante, como parte formal do dia a dia; como um componente básico em toda tomada de decisão, econômica ou não.

3. Morar com os pais

Ficar na casa da família depois de se formar na faculdade, centro de treinamento técnico ou universidade é comum. Inicialmente, é uma decisão ideal economizar durante os primeiros anos de experiência profissional.

Mas quando você está se aproximando dos 30 e ainda não alcançou sua independência econômica e social, porque preferiu o conforto e a segurança que a casa de seus pais oferece, é um obstáculo.

Não se engane; Mesmo que você faça contribuições monetárias, como pagar a conta de luz ou internet, não é o mesmo que comprar ou alugar um imóvel diretamente, nem exige o mesmo vínculo pessoal e econômico que surge quando você tem o “seu”, o que impede de gerenciar melhor o seu dinheiro e ter uma visão diferente sobre o seu valor.

4. Comparar-se com os outros

“O jardim do vizinho é sempre mais verde”, diz o ditado. Se você perder tempo e ficar emocionalmente esgotado, preocupando-se em saber por que o outro tem mais ou menos coisas do que você, estará gastando menos esforço para saldar as dívidas ou superar sua situação financeira atual.

Lembre-se de que o contexto para o qual os outros foram além de você, ou vice-versa, é sempre especial e irrepetível.

Depois de aceitar que atingir seus objetivos financeiros depende de você e de como se ajusta aos desafios que a vida coloca no caminho, você pode alcançar seus objetivos, financeiros ou outros.

5. Superendividamento

O crédito é uma alternativa para obter financiamento de forma rápida e eficiente. No entanto, viver de dívidas corta a conexão real com o dinheiro e incentiva a má prática de cobrir uma dívida com outra.

Nesses casos, é normal confundir dívida boa (ao solicitar um empréstimo e ainda ter os recursos para evitar usar todas as economias) com dívida inadimplente (gastar mais do que você pode pagar, como aumentar os gastos com cartões de crédito).

6. Ignorar o futuro

Gastar no presente sem considerar as necessidades futuras é uma prática comum. Buscar a felicidade é correto, mais isso deve acontecer sem ignorar conscientemente que as condições atuais podem mudar para melhor ou para pior mais tarde.

Quando se trata de decidir o que fazer com o dinheiro, é importante estar atento e destinar uma porcentagem à poupança para enfrentar as surpresas que a vida oferece.

Você se identifica com algum desses motivos? Não se preocupe, é normal que surjam ao longo do caminho e atrapalhem sua capacidade de avançar e melhorar sua qualidade de vida financeira. Porém, está em suas mãos evitar que continuem a consumir sua energia e “esvaziar o seu bolso”.Dicas – Fatura online.